De Ana Gomes a 23 de Janeiro de 2010 às 19:56
São de várias ordens as obrigações que se colocam à família a> na formação dos seus novos membros. Com configurações cada vez mais variadas (monoparental, biparental , reconstituída, adoptiva, de homossexuais), cada família a> enfrenta exigências e desafios tanto genéricos como particulares. Genéricos na medida em que são comuns a todas as famílias, como é o caso das fases do ciclo vital da família a> . Particulares pois resultam das características específicas dos seus membros, assim como, das especificidades do meio envolvente.
A variabilidade família é de tal ordem que suscitou, desde sempre, estudos e pesquisas, investigações e projectos. Muitos cabeças se debruçaram sobre o tema e não houve, até hoje, quem pudesse garantir que uma configuração familiar é melhor do que outra.
Indubitavelmente, não são as configurações familiares que determinam a formação pessoal dos indivíduos , mas antes a parentalidade que é exercida nessas mesmas configurações, em conjunto com o meio social mais próximo e a sociedade em geral.

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