De Ana Santos a 15 de Janeiro de 2010 às 10:21
Este texto retrata bem o estado dos valores do amor e do dinheiro.
Ter filhos, casa, carro, roupas de marca, ... O "ter" faz esqueces o "ser"e o "estar". Gerou-se uma cultura pautada pelo forte individualismo.
Para sustentar um casamento, para manter um amor e uma família são fundamentais os bens materiais? serão estes que suportam as relações? Nesta história (como em muitas outras que todos conhecemos) parece que assim foi. Valeu a pena?
Quando se pensa que o amor nos leva a tomar atitudes quase impossíveis, pode ser verdade! Mas, não será útil rever o significado de amor e o conceito de felicidade?
Apesar de tudo isto, a realidade faz-nos acreditar na imperiosa necessidade do dinheiro para uma família e que a falta deste contribui seriamente para o fim de um casamento ou para destruição de um amor.
Onde se perdeu o verdadeiro valor do amor que poderia superar tudo e todos? porque se inverteram esses valores fundamentais?
Quando isto acontece, valem a pena as segundas oportunidades? Temos aprendido com as nossas falhas?
Ana Santos

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