De Alexandra Vaz a 12 de Janeiro de 2010 às 01:03
Espera-se muito dos pais e, afinal, nada mais do que lhes é devido, realmente.
Por ser tão importante tudo o que aqui escreve, torna-se gritante conhecer a realidade de tantas famílias com crianças que nascem e vivem aprendendo pela negativa com os seus pais. E que crescem, umas vezes esperando quebrar o ciclo das vicissitudes, outras vezes morrendo por dentro por falta desse afecto tão estrutural.
Há que lembrar os pais da importância do seu papel e revesti-lo de muito amor e cumplicidade. Há que garantir aos filhos que ser-se amado e protegido é um direito, não uma opção no cardápio.
Viva a família que, longe de ser perfeita, vive os seus dramas com resiliência e positivismo e as suas alegrias com entusiasmo (ainda que as pernas falhem, muitas vezes, ao longo da caminhada). Mas sempre, sempre, de mãos dadas.

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