De Aníbal V a 22 de Julho de 2009 às 12:53
Gosto deste texto.
Face a situações do tipo daquela que ali é narrada, temos a tendência em pensar que o melhor é fugir dela, quanto antes, e que o ideal seria juntar a essa fuga/libertação, a observação da justiça punitiva sobre tão cruel infractor.
Mas a vida não é um ideal e por isso, na maioria das vezes, nem há fuga/libertação possível, nem a justiça se faz sentir.
Então, há que saber estar, aguentar, resistir, esperar. A "heroína" desta história parece ter essa capacidade - a da sobrevivência.
Sinal de inteligência e mais de meio caminho andado para preservar a sua saúde mental num ambiente de profunda degradação. Quantos conseguem esse equilíbrio?

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