5.11.14

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Afinal há ou não receitas mágicas? Vou lendo os artigos sobre o tema e a mensagem mantém-se: Não há receitas mágicas. Muitas ideias bastante interessantes são apresentadas, assim como conceitos e métodos práticos. Gostei particularmente do método sistemático, faseado, para atingir o sucesso, apresentado pelo senhor António Sendi. Eu arrisco e digo: há, de facto, muitas “receitas” que funcionaram e servem diferentes propósitos e objetivos concretizáveis.

Sucintamente, faço uma introdução a uma outra metodologia: a programação neurolinguística. Associados à PNL (programação neurolinguística) surgem nomes como Richard Bandler e John Grinder. Aquela estuda a estrutura subjetiva da experiência. Trata-se de um modelo com várias técnicas que permitem aprendermos a reconhecer a forma como individualmente organizamos o pensamento, entendermos como, consequentemente, conduzimos a nossa vida e como poderemos proceder à reconstrução da forma de pensar, de sentir, agir e comunicar eficientemente.

Os modelos são úteis porque são práticos. Importa organizar e reorganizar a experiência. Interpretar e reinterpretar a mesma.

“O homem é aquilo em que acredita.” Anton Tchekhov. Estamos cientes de que são os valores e o sistema de crenças e convicções os impulsionadores do comportamento e da sua importância na motivação, pois condicionam a comunicação com nós próprios e com os outros. As convicções devem ser conhecidas e reconhecidas e validadas em contexto favorável. Vejamos um exemplo concreto da convicção “a mudança é vida” referida no livro de Gustavo Bertolotto Vallés “Programação Neurolinguística”, de 1997. Esta crença pode ter sido útil na procura de um novo emprego, mais satisfatório, mas não será útil, por exemplo, em conseguir estabilidade profissional ou conjugal. A consciência desta convicção ajudará quando aplicada adequadamente, sendo limitadora ou facilitadora no atingir de objetivos.

A PNL ajudará a modificar a nossa resposta a um estímulo e, consequentemente, o resultado final. Junto o link para o artigo “My Boss Makes Me Angry (or fill in the blank, My _________, Makes Me Angry).”, sobre um caso interessante descrito por Rachel Hott a propósito de um cliente que a procura para uma sessão de coaching e que apresenta queixas relativas ao chefe.

Que palavra poderíamos utilizar em substituição de “Boss”?

 

Ana Teixeira

 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 07:00  Comentar

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