25.7.14

 

Conduta ou postura incorreta que leva um agente, o infrator, a cometer um ato condenável diante da ordem social e assim sancionável, para desencorajar este autor, a reposição do equilíbrio social e repulsa à incitação da ocorrência de registos similares.

A natureza por si, da qual o ser humano faz parte, oferece espaço e condições para acomodar a satisfação das necessidades de todos os seres através do ecossistema natural. Ela está “equipada” para reagir face a distorções causadas ou não pela ação humana, restabelecendo-se o equilíbrio. A ocorrência de choques, em regra, prejudica os mais fracos e favorece os mais fortes ou resilientes. Esta distinção resulta de uma conduta preventiva (conservadorismo) dos primeiros e não reativa face a sua ocorrência, por parte dos últimos.

Assim, estão reunidas as condições para a ordem natural e vivência das espécies. Com a evolução da humanidade, das sociedades, tecnologia e da ciência, há necessidade de se comunicar e divulgar cada vez mais e melhor, no intuito de regular o ordenamento e funcionamento dos diversos agentes singulares e coletivos.

O Homem adulto, dotado de inteligência e detentor de informação crítica disponível deve dominar e disseminar as regras básicas e elementares de convivência e do funcionamento da sociedade. Descodificar a infraestrutura informacional existente e dela extrair o essencial é um instrumento vital para não se tornar ignorante e até estúpido face a alguma situação que pode ser considerada impraticável.

O desconhecimento ou ignorância deste código de ética pode conduzir a prática do delito. O delinquente sendo uma pessoa comum, tem direito a reintegração caso mostre sinais claros de arrependimento e correção, havendo lugar a novas oportunidades para engajar o indivíduo, ora culto, no processo social.

O delinquente pela sua conduta pode ser um oportunista como também alguém com predisposição para a sua prática. O oportunista pensa, erroneamente, que não será visto por ninguém e aquela seria a primeira e última vez a prevaricar. Porque o “crime perfeito” é uma configuração mental limitada pela própria ignorância humana, existem instituições de fiscalização da atividade humana com mandato singular de identificar desvio, fraude, dolo ou qualquer outra anomalia que possa comprometer a eficiência do funcionamento da sociedade.

Assim, enquanto a criatividade humana propiciar a invenção, o delinquente tem abertura para agir ao seu limite na tentativa de reinventar a roda, ao fiscalizador o seguimento de novas pistas até a sua revelação e à sociedade vítima e refém deste circuito, até prova em contrário a esta preposição.

 

António Sendi

 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 06:00  Comentar

Praia | Cabo Verde

Pesquisar
 
Destaque

 

Porque às vezes é bom falar.

Equipa

Alexandra Vaz

Ana Martins

Cidália Carvalho

Ermelinda Macedo

Fernando Couto

Jorge Saraiva

José Azevedo

Leticia Silva

Rui Duarte

Sandra Pinto

Sandra Sousa

Sara Almeida

Sara Silva

Sónia Abrantes

Tayhta Visinho

Teresa Teixeira

Julho 2014
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10

13
15
17

20
22
24

27
29
31


Arquivo
2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


Comentários recentes
Muito obrigada por ter respondido ao meu comentári...
Obrigado Teresa por me ler e muito obrigado por se...
Apesar de compreender o seu ponto de vista, como p...
Muito agradecemos o seu comentário e as suas propo...
Muito linda a canção. Obrigado por compartilhar!
Presenças
Outras ligações
Música

Dizer que sim à vida - Carlos do Carmo:

 

Dizer que sim à vida - Luanda Cozetti: